segunda-feira, 17 de julho de 2017

Julho, faz verão e é inverno.

No exato momento em que meus olhos se encontraram com seus olhos castanhos claros pela primeira vez com calma, à mesa daquele café, no fim de tarde de uma quinta-feira qualquer, eu percebi que me apaixonei.

Aquela visão me encantou.

Aqueles olhos lindos, olhos que pertencem ao homem sentado a minha frente, e que me encaram por três segundos.
Segundos que meu coração fez questão de dilatar.
E que minha cabeça repete várias vezes ao longo do dia desde então.

Esses segundos, essa imagem linda que foi teus olhos me olhando, estão se transformando em dias inteiros.

2 comentários:

  1. Eu gostei muito. Remete à simplicidade. De coisa boa do cotidiano, ou melhor, da quebra do cotidiano. Esse escrito teu fez lembrar do que a gente conversa consigo próprio logo depois dessas sensações que faz o coração dilatar. Então, acho que tu narrou nossas conversas interiores que se repetem na cabeça da gente quando oc oração fala.

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    1. Que bom te ver aqui, Edu, obrigada pela escrita! :)

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